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Michael Bublé | A persistência que levou ao sucesso

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    Michael Bublé | A persistência que levou ao sucesso

    Michael Bublé contou à apresentadora Oprah Winfrey que sempre sonhou ser cantor e que dormia abraçado a uma Bíblia, rezando para conquistar seu maior objetivo. Ele iniciou a carreira aos 16 anos e, com repertórios focados no jazz (Ella Fitzgerald, Frank Sinatra, Mills Brothers), cantou em bares, festas, congressos e eventos de todos os tipos. Bublé também participou de concursos de talentos e programas de televisão, mas sem a projeção necessária para chamar a atenção de uma gravadora.

    O cantor bancou seus primeiros discos, gravados no início dos anos 2000, até quase desistir da carreira. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, ele contou que, após comunicar à família da desistência, foi contratado para uma apresentação em um casamento, onde conheceu o produtor David Foster – que já trabalhou com Madonna, Prince, Céline Dion e outros. Após alguma insistência, Bublé conseguiu um contrato.

    O álbum de estreia, “Michael Bublé” (2003), apresentou o cantor para o mundo, com covers de artistas como Queen, George Michael e Bee Gees. E foi bem recebido nas paradas do Canadá, Austrália, Irlanda e Reino Unido. Em 2004, Bublê foi eleito artista revelação na premiação canadense Juno e lançou seu primeiro álbum ao vivo, “Come Fly With Me”.

    O disco “It’s Time” (2005) frequentou o top 10 dos Estados Unidos e da Europa e venceu nas categorias álbum do ano, álbum pop e single (“Home”) do prêmio Juno de 2006. Na mesma edição, Bublé foi escolhido artista do ano. Ainda em 2005, veio o segundo disco ao vivo, “Caught in the Act”.

    O álbum seguinte, “Call Me Irresponsible” (2007), chegou o topo das paradas em vários países e rendeu ao cantor o primeiro Grammy de sua carreira: o de melhor álbum pop tradicional. Em 2009, lançou o CD e DVD “Michael Bublé Meets Madison Square Garden”, com a primeira vez do canadense no ponto mais famoso de Nova York. O álbum trouxe mais um Grammy de melhor álbum pop tradicional.

    No mesmo ano, veio “Crazy Love” e outro Grammy na mesma categoria. Pelo trabalho, Bublé também levou os prêmios de álbum do ano, álbum pop, escolha dos fãs e single do ano (“Haven’t Met You Yet”) no Juno.

    O disco especial “Christmas’, lançado em 2011, traz canções tradicionais de Natal, com participações de Shania Twain, Puppini Sisters e Thalia. O trabalho tornou-se a segunda maior venda daquele ano, atrás apenas de Adele, e rendeu mais um prêmio de álbum do ano no Juno.

    Brazil
    BrasilAdmin
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on March 20, 2013

Michael Bublé contou à apresentadora Oprah Winfrey que sempre sonhou ser cantor e que dormia abraçado a uma Bíblia, rezando para conquistar seu maior objetivo. Ele iniciou a carreira aos 16 anos e, com repertórios focados no jazz (Ella Fitzgerald, Frank Sinatra, Mills Brothers), cantou em bares, festas, congressos e eventos de todos os tipos. Bublé também participou de concursos de talentos e programas de televisão, mas sem a projeção necessária para chamar a atenção de uma gravadora.

O cantor bancou seus primeiros discos, gravados no início dos anos 2000, até quase desistir da carreira. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, ele contou que, após comunicar à família da desistência, foi contratado para uma apresentação em um casamento, onde conheceu o produtor David Foster – que já trabalhou com Madonna, Prince, Céline Dion e outros. Após alguma insistência, Bublé conseguiu um contrato.

O álbum de estreia, “Michael Bublé” (2003), apresentou o cantor para o mundo, com covers de artistas como Queen, George Michael e Bee Gees. E foi bem recebido nas paradas do Canadá, Austrália, Irlanda e Reino Unido. Em 2004, Bublê foi eleito artista revelação na premiação canadense Juno e lançou seu primeiro álbum ao vivo, “Come Fly With Me”.

O disco “It’s Time” (2005) frequentou o top 10 dos Estados Unidos e da Europa e venceu nas categorias álbum do ano, álbum pop e single (“Home”) do prêmio Juno de 2006. Na mesma edição, Bublé foi escolhido artista do ano. Ainda em 2005, veio o segundo disco ao vivo, “Caught in the Act”.

O álbum seguinte, “Call Me Irresponsible” (2007), chegou o topo das paradas em vários países e rendeu ao cantor o primeiro Grammy de sua carreira: o de melhor álbum pop tradicional. Em 2009, lançou o CD e DVD “Michael Bublé Meets Madison Square Garden”, com a primeira vez do canadense no ponto mais famoso de Nova York. O álbum trouxe mais um Grammy de melhor álbum pop tradicional.

No mesmo ano, veio “Crazy Love” e outro Grammy na mesma categoria. Pelo trabalho, Bublé também levou os prêmios de álbum do ano, álbum pop, escolha dos fãs e single do ano (“Haven’t Met You Yet”) no Juno.

O disco especial “Christmas’, lançado em 2011, traz canções tradicionais de Natal, com participações de Shania Twain, Puppini Sisters e Thalia. O trabalho tornou-se a segunda maior venda daquele ano, atrás apenas de Adele, e rendeu mais um prêmio de álbum do ano no Juno.

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